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Da combinação de Finanças e Tecnologia nasce o termo fintech, utilizado para descrever a aplicação das mais recentes e inovadoras tecnologias no desenvolvimento de serviços financeiros para empresas e consumidores.

Em termos gerais, fintech descreve qualquer empresa que utilize a internet, dispositivos móveis, softwares ou serviços em nuvem para executar ou conectar-se a serviços financeiros. Muitos produtos das fintech são projetados para conectar as finanças dos consumidores com a tecnologia para facilitar a vida das pessoas, e incluem tudo desde aplicações de pagamentos móveis a criptomoedas. O termo também se aplica às tecnologias criadas especificamente para empresas.

As fintech deram já origem a dezenas de aplicações e soluções que mudaram a forma como os consumidores consultam, gerem e aplicam as suas finanças. Criar poupanças, pedir empréstimos ou investir online está agora à distância de um clique numa aplicação móvel, sem sequer precisar de lidar com os bancos tradicionais.

Exemplos de Fintech

Atualmente, as fintech alargaram-se um pouco por todo o mercado de serviços financeiros, com vários tipos de soluções, incluindo:

  • Plataformas de crowdfunding – permitem que os utilizadores enviem ou recebam dinheiro de outras pessoas na plataforma, através da internet e de aplicações móveis. Com estas plataformas é possível que uma pessoa ou empresa reúna os fundos de que necessita num só local sem ter que recorrer a créditos bancários ou investidores;
  • Pagamentos móveis – atualmente, grande parte das pessoas com um smartphone utilizam já algum tipo de aplicação para pagamentos. Recorrendo a tecnologia cada vez mais sofisticada existem diversos serviços que permitem aos consumidores trocar dinheiro e efetuar pagamentos on-line ou em dispositivos móveis;
  • Negociação e troca de criptomoedas – desde a criação da Bitcoin, em 2009, várias start-ups dedicaram-se a criar softwares para a negociação de criptomoedas, funcionando à semelhança de uma bolsa de valores. Estas plataformas permitem o câmbio entre moedas virtuais ou a compra destas moedas com dinheiro real;
  • Seguros – o setor dos seguros também não foi indiferente às fintech. A insurtech (como tem sido chamada) passou a incluir tudo, desde seguro automóvel, imóveis e proteção de dados;
  • Apps de finanças pessoais – existem imensas aplicações móveis para auxiliar nas finanças pessoais, com ferramentas que ajudam a controlar as despesas, a organizar as finanças pessoais ou até a investir.

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